Enfeito-me de sonhos cristalinos
Com as cores de um cândido anseio
Afundo os meus olhos cerrados
Nas águas turvas, onde me deito.
É ao fugir de mim, que permaneço
Numa quietude de andorinha,
Que procura o seu ninho…
Como se andasse perdida.
Quem traçou o meu destino?
Desconheço porque me devoro
Com a sôfrega eloquência
De quem se auto mutila!!!
Que tristeza me apedreja?
Não quero que ninguém me veja
Nem que alguém me encontre
enquanto andar perdida...
É o que escuro que me ilumina!
Acaso pedi guarida?
Cansei de me procurar
assim… como quem tropeça
num lamaçal escorregadio
Nunca deixarei de sonhar...
É esse o meu triste fado!
Vóny Ferreira
Com as cores de um cândido anseio
Afundo os meus olhos cerrados
Nas águas turvas, onde me deito.
É ao fugir de mim, que permaneço
Numa quietude de andorinha,
Que procura o seu ninho…
Como se andasse perdida.
Quem traçou o meu destino?
Desconheço porque me devoro
Com a sôfrega eloquência
De quem se auto mutila!!!
Que tristeza me apedreja?
Não quero que ninguém me veja
Nem que alguém me encontre
enquanto andar perdida...
É o que escuro que me ilumina!
Acaso pedi guarida?
Cansei de me procurar
assim… como quem tropeça
num lamaçal escorregadio
Nunca deixarei de sonhar...
É esse o meu triste fado!
Vóny Ferreira

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