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Bem Vindos (as )











Sejam todos bem vindos !!!

Este blog destiná-se a todas as pessoas que amam poesias, ele fala do meu Eu poético, das minhas inspirações, utopias, sonhos e do meu estado de espírito !!!! Nele vejo-me como Sou : ser inacabado em processo de vim a ser ...

Cada pessoa que passa em nossa vida, passa sozinha

é porque cada pessoa é única e nenhuma substitui a

outra! Cada pessoa que passa em nossa vida passa

sozinha e não nos deixa só porque deixa um pouco de

si e leva um pouquinho de nós. Essa é a mais bela

responsabilidade da vida e a prova de que as pessoas não se encontram por acaso.

Charles Chaplin




Belém Pará

Belém Pará
Belém Pará

sábado, abril 30, 2011

Estrela Guia

São cinco pontas
Cinco destinos
areias tontas
de desatinos

Cinco sentidos
Cinco caminhos
Grãos tão moídos
Mares moinhos

Estrela guia
em pleno mar
outra Maria
a me chamar. "

A voz do Amor

Nessa pupila rútila e molhada,
Refúgio arcano e sacro da Ternura,
A ampla noite do gozo e da loucura
Se desenrola, quente e embalsamada.

E quando a ansiosa vista desvairada
Embebo às vezes nessa noite escura,
Dela rompe uma voz, que, entrecortada
De soluços e cânticos, murmura...

É a voz do Amor, que, em teu olhar falando,
Num concerto de súplicas e gritos
Conta a história de todos os amores;

E vêm por ela, rindo e blasfemando,
Almas serenas, corações aflitos,
Tempestades de lágrimas e flores...

Olavo Bilac, in "Poesias"

Tenho tanto sentimento

Tenho tanto sentimento
Que é frequente persuadir-me
De que sou sentimental,
Mas reconheço, ao medir-me,
Que tudo isso é pensamento,
Que não senti afinal.

Temos, todos que vivemos,
Uma vida que é vivida
E outra vida que é pensada,
E a única vida que temos
É essa que é dividida
Entre a verdadeira e a errada.

Qual porém é a verdadeira
E qual errada, ninguém
Nos saberá explicar;
E vivemos de maneira
Que a vida que a gente tem
É a que tem que pensar.


Fernando Pessoa

sexta-feira, abril 29, 2011

Quando o vejo


Quando o vejo, basta um olhar, pra tudo mudar ...
Quando o vejo, afugentada fica a angústia dentro em mim !!!
E eu só quero ficar nos braços do meu bem me quer !!!  ...
E quando me beijas, é sinal que vais ficar ....
Quando o vejo, tudo ganha cor
Tudo ganha brilho...
Quando o vejo o que era letra, vira uma canção ...
O que era luto , se torna vida,
O que era lágrima, se torna sorriso
E a paixão , transformá-se em amor !!!
Quando o vejo, perco as palavras ...
Não sei como dizer !!!
Mas estou a falar !! quando o vejo .. fica assim . subentendido !!!
Quando o vejo , meu coração fica assim sem reservas !!
É a tentativa de dizer-te o que represntas pra mim ...


Autoria :Heloisa Melo

Mãos Dadas


Dá-me a tua mão meu amor !!!
E passeamos pela rua a fora ...
Revelamos o nosso amor sem culpa
E que todos saibam o quanto somos felizes !!!
Pois eu só quero senti o universo em torno de você ....
E de um jeito inconstante, dou-te tantos beijos , quanto o meu desejo ordenar ...
E se isso for motivo de escândalo , sei que a felicidade incomoda ...
Eu só quero é contagiar aqueles que outrora , não acredtam mais no verdadeiro amor ,,,
E que não vale a pena  alimentar a dor da perda... pois o amor sempre chega para aqueles que acreditam
Que uma faisca se apaga , mas o fogo fumega !!!
E tudo que passou, não volta mais !!!
Então meu menino, olhe nos meus olhos
Segure nas minhas mãos , e acreditamos nesse sincero sentimento !!!!
E de mãos dadas tornamos eterno o nosso amor ...

Autoria : Heloisa Melo


Reflexão

Há momentos na vida em que sentimos tanto a falta de alguém…
que o que mais queremos é tirar esta pessoa de nossos sonhos e abraça-la…
Sonhe com aquilo que você quiser…
Seja o que você quer ser…
Porque você possui apenas uma vida
E nela só temos uma chance de fazer aquilo que queremos.
Tenha felicidade bastante para faze-la doce,
dificuldades para faze-la forte,
tristeza para faze-la humana.
E esperança suficiente para faze-la feliz.
As pessoas mais felizes não tem as melhores coisas,
elas sabem fazer o melhor das oportunidades que aparecem em seus caminhos.
A felicidade aparece para aqueles que choram…
Para aqueles que buscam e tentam sempre…
E para aqueles que reconhecem a importância das pessoas que passam por suas vidas.
O futuro mais brilhante é baseado num passado intensamente vivido.
Você só terá sucesso na vida quando perdoar os erros e as decepções do passado.
A vida é curta, mas as emoções que podemos deixar…
…duram uma eternidade


Clarice Lispector

Eu Te Amo

É tarde demais...
Sinto, mas tenho de dizer a verdade
EU TE AMO !
e jamais usarei a frase
Já te esqueci !
Sinto cada vez mais que
Alimento um grande amor.
Não poderia dizer jamais que
Você não significa nada
Sinto dentro de mim que
Nada foi em vão.
Tenho certeza que
Ainda te quero como sempre quis.
Estarei mentindo dizendo que
Não te amo mais.
Clarice Lispector

Procuro-te





Procuro a ternura súbita,
os olhos ou o sol por nascer
do tamanho do mundo,
o sangue que nenhuma espada viu,
o ar onde a respiração é doce,
um pássaro no bosque
com a forma de um grito de alegria.

Oh, a carícia da terra,
a juventude suspensa,
a fugidia voz da água entre o azul
do prado e de um corpo estendido.

Procuro-te: fruto ou nuvem ou música.
Chamo por ti, e o teu nome ilumina
as coisas mais simples:
o pão e a água,
a cama e a mesa,
os pequenos e dóceis animais,
onde também quero que chegue
o meu canto e a manhã de maio.

Um pássaro e um navio são a mesma coisa
quando te procuro de rosto cravado na luz.
Eu sei que há diferenças,
mas não quando se ama,
não quando apertamos contra o peito
uma flor ávida de orvalho.

Ter só dedos e dentes é muito triste:
dedos para amortalhar crianças,
dentes para roer a solidão,
enquanto o verão pinta de azul o céu
e o mar é devassado pelas estrelas.

Porém eu procuro-te.
Antes que a morte se aproxime, procuro-te.
Nas ruas, nos barcos, na cama,
com amor, com ódio, ao sol, à chuva,
de noite, de dia, triste, alegre — procuro-te.

Eugénio de Andrade, in "As Palavras Interditas"

 

È urgente o Amor





É urgente o amor
É urgente um barco no mar

É urgente destruir certas palavras,
ódio, solidão e crueldade,
alguns lamentos, muitas espadas.

É urgente inventar alegria,
multiplicar os beijos, as searas,
é urgente descobrir rosas e rios
e manhãs claras.

Cai o silêncio nos ombros e a luz
impura, até doer.
É urgente o amor, é urgente
permanecer.


Eugênio de Andrade





quinta-feira, abril 28, 2011

Sonhos


Ter um sonho, um sonho lindo,

Noite branda de luar,

Que se sonhasse a sorrir…

Que se sonhasse a chorar…

 Ter um sonho, que nos fosse


A vida, a luz, o alento,

Que a sonhar beijasse doce

A nossa boca… um lamento…


Ser pra nós o guia, o norte,

Na vida o único trilho;

E depois ver vir a morte 


Despedaçar esses laços!…

… É pior que ter um filho

Que nos morresse nos braços!


Florbela Espanca

O meu Impossível





Minh'alma ardente é uma fogueira acesa,
É um brasido enorme a crepitar!
Ânsia de procurar sem encontrar
A chama onde queimar uma incerteza!


Tudo é vago e incompleto! E o que mais pesa
É nada ser perfeito. É deslumbrar
A noite tormentosa até cegar,
E tudo ser em vão! Deus, que tristeza!...

Aos meus irmãos na dor já disse tudo
E não me compreenderam!... Vão e mudo
Foi tudo o que entendi e o que pressinto...

Mas se eu pudesse a mágoa que em mim chora
Contar, não a chorava como agora,
Irmãos, não a sentia como a sinto!...


Florbela Espanca



Lindo Poema

 Você chegou devagarinho...
 E cativou meu coração
 Se aproximou , e logo o meu suspirou de tanta emoção  !!!
.Você chegou... Só trouxe alegria, e devolveu o meu sorriso .
Tornado assim  o meu jardim mais florido e   colorido .
Até as  minhas manhãs são mais iluminadas ...
E o sol mais reluzente... As tardes mais leve...
os pássaros a cantar Fazendo uma sinfonia de amor... pra quando eu te encontrar
Tu me deixas mais leve ... Tu me deixas tão solta ... Tu me deixas ser menina no balanço da vida,
Tu me encantas, tu me extasia de fantasias Contigo volto a sonhar , Contigo volto a amar, Pois você é o mais lindo poema , que um dia eu já escrevi
Autoria : Heloisa Melo

Recolhimento



Às vezes é preciso recolher-se. O coração não quer obedecer, mas alguma vez aquieta; a ansiedade tem pés ligeiros, mas alguma vez resolve sentar-se à beira dessas águas. Ficamos sem falar, sem pensar, sem agir. É um começo de sabedoria, e dói. Dói controlar o pensamento, dói abafar o sentimento, além de ser doloroso parece pobre, triste e sem sentido. Amar era tão infinitamente melhor; curtir quem hoje se ausenta era tão imensamente mais rico. Não queremos escutar essa lição da vida, amadurecer parece algo sombrio, definitivo e assustador. Mas às vezes aquietar-se e esperar que o amor do outro nos descubra nesta praia isolada é só o que nos resta. Entramos no casulo fabricado com tanta dificuldade, e ficamos quase sem sonhar. Quem nos vê nos julga alheados, quem já não nos escuta pensa que emudecemos para sempre, e a gente mesmo às vezes desconfia de que nunca mais será capaz de nada claro, alegre, feliz. Mas quem nos amou, se talvez nos amar ainda há de saber que se nossa essência é ambigüidade e mutação, este silencio é tanto uma máscara quanto foram, quem sabe, um dia os seus acenos."

Lya Luft

Amiga



Deixa-me ser a tua amiga, Amor,

A tua amiga só, já que não queres

Que pelo teu amor seja a melhor,

A mais triste de todas as mulheres.

Que só, de ti, me venha mágoa e dor

O que me importa, a mim?! O que quiseres

É sempre um sonho bom! Seja o que for,

Bendito sejas tu por mo dizeres!

 
Beija-me as mãos, Amor, devagarinho...

Como se os dois nascessemos irmãos,

Aves cantando, ao sol, no mesmo ninho...

Beija-mas bem!... Que fantasia louca

Guardar assim, fechados, nestas mãos,

Os beijos que sonhei pra minha boca!...



Florbela Espanca

Diz-me Amor, como te sou Querida

Dize-me, amor, como te sou querida,
Conta-me a glória do teu sonho eleito,
Aninha-me a sorrir junto ao teu peito,
Arranca-me dos pântanos da vida.

Embriagada numa estranha lida,
Trago nas mãos o coração desfeito,
Mostra-me a luz, ensina-me o preceito
Que me salve e levante redimida!

Nesta negra cisterna em que me afundo,
Sem quimeras, sem crenças, sem turnura,
Agonia sem fé dum moribundo,

Grito o teu nome numa sede estranha,
Como se fosse, amor, toda a frescura
Das cristalinas águas da montanha!

Florbela Espanca, in "A Mensageira das Violetas

Soneto

Canta teu riso esplêndido sonata,
E há, no teu riso de anjos encantados,
Como que um doce tilintar de prata
E a vibração de mil cristais quebrados.

Bendito o riso assim que se desata
- Citara suave dos apaixonados,
Sonorizando os sonhos já passados,
Cantando sempre em trínula volata!

Aurora ideal dos dias meus risonhos,
Quando, úmido de beijos em ressábios
Teu riso esponta, despertando sonhos...

Ah! Num delíquio de ventura louca,
Vai-se minh'alma toda nos teus beijos,
Ri-se o meu coração na tua boca


Augusto dos Anjos

quarta-feira, abril 27, 2011

A minha Estrela

Eu disse - Vai-te, estrela do Passado!
Esconde-te no Azul da Imensidade,
Lá onde nunca chegue esta saudade,
-A sombra deste afeto estiolado.

Disse, e a estrela foi p'ra o Céu subindo,
Minh'alma que de longe a acompanhava,
Viu o adeus que ela do Céu enviava,
E quando ela no Azul foi se sumindo

Surgia a Aurora - a mágica princesa!
E eu vi o Sol do Céu iluminando
A Catedral da Grande Natureza.


Mas a noite chegou, triste, com ela
Negras sombras também foram chegando,
E eu nunca mais vi a minha estrela!

Augusto dos Anjos

segunda-feira, abril 25, 2011

Tua voz




Vem de longe a tua voz.
De tão longe que duvido de mim mesma ao ouvi-la. Será que te ouço ou será a mim mesma que escuto?
Serão minhas as palavras que murmuras, serei ainda eu? Ou serão apenas ecos do amor que fui, que foste um dia?
Vem de longe a tua voz.
De tão longe que duvido de mim mesma ao ouvi-la. Será que te ouço ou será a mim mesma que escuto?
Serão minhas as palavras que murmuras, serei ainda eu? Ou serão apenas ecos do amor que fui, que foste um dia?
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Vem de longe a tua voz.
De tão longe que duvido de mim mesma ao ouvi-la. Será que te ouço ou será a mim mesma que escuto?
Serão minhas as palavras que murmuras, serei ainda eu? Ou serão apenas ecos do amor que fui, que foste um dia?

Sonhos

Sonhei contigo embora nenhum sonho
possa ter habitantes tu, a quem chamo
amor, cada ano pudesse trazer
um pouco mais de convicção a
esta palavra. É verdade o sonho
poderá ter feito com que, nesta
rarefacção de ambos, a tua presença se
impusesse - como se cada gesto
do poema te restituisse um corpo
que sinto ao dizer o teu nome,
confundindo os teus
lábios com o rebordo desta chávena
de café já frio. Então, bebo-o
de um trago o mesmo se pode fazer
ao amor, quando entre mim e ti
se instalou todo este espaço -terra, água, nuvens, rios e
o lago obscuro do tempo
que o inverno rouba à transparência
da fontes. É isto, porém, que
faz com que a solidão não seja mais
do que um lugar comum saber
que existes, aí, e estar contigo
mesmo que só o silêncio me
responda quando, uma vez mais
te chamo.

domingo, abril 17, 2011

Entardecer

Entardece...
Pela janela vejo o tempo passar...
Vibrações febris de cores transcendentais,
variações de azuis, violetas angelicais,
a melodia do vento a sussurrar mistérios
vindos do mundo de lá...
A doçura do momento,
hipnotizante,
me envolve num encantamento
deslizante
ao qual me deixo levar...
O amor passa de repente
arrebatando o que vê pela frente,
exalando seu cheiro a inebriar...
Essa insanidade empolgante
me prende, por um instante,
que dura a eternidade...
Reencontro-o entre névoas esvoaçantes
e me perco na emoção de seu abraço,
...como antes...
no frenesi de seus beijos,
nosso amor em descompasso.

Escurece...
Não mais enxergo o tempo.
O vento espalha um lamento.
A loucura presa por um fio tênue se arrebenta,
cai, se fragmenta
espatifando a magia da divagação,
o encantamento da imaginação,
velando no silêncio, a ilusão,
que nos leva à felicidade
fracionada pelo tempo,
encerrada pela fatalidade.

Á HORA DO SILÊNCIO

Eu quis ontem sonhar, sentir como um romântico
A doce embriaguez do pálido luar,
Ouvindo em pleno azul passar o imenso cântico
Dos astros no seu giro e em sua luta o mar!

A cidade dormia o sono dos devassos;
Aquele sono turvo, infecto e sensual:
E a lua, antiga fada, erguia nos espaços
Tranquila e sempre ingénua a fronte de vestal!

E sobre a quietação das coisas vis e exóticas
Sentiam-se as febris, cruéis respirações,
Dos tristes hospitais e das virgens cloroticas,
Dos amantes fatais da febre e das paixões!

A noite era em silencio, a atmosfera doce
E ria a natureza aos beijos dum bom Deus.
De súbito escutei, ao longe, o quer que fosse
Dum canto que supus então baixar dos céus!

Atento ao vago som, porém, a pouco e pouco
Senti que era uma voz disforme e sensual,
Soltando uma canção naquele acento rouco
Da triste inspiração alcoólica e brutal!...

Ó terna vagabunda, enamorada lua!
Enquanto ias assim, diáfana e sem véu,
Uma triste mulher passava, então, na rua
Cuspindo uma porção d'infâmias para o céu

SE TERMINAR ESTE POEMA, PARTIRÁS

Se terminar este poema, partirás. Depois da
mordedura vã do meu silêncio e das pedras
que te atirei ao coração, a poesia é a última
coincidência que nos une. Enquanto escrevo


este poema, a mesma neblina que impede a
memória límpida dos sonhos e confunde os
navios ao retalharem um mar desconhecido


está dentro dos meus olhos – porque é difícil
olhar para ti neste preciso instante sabendo que
não estarias aqui se eu não escrevesse. E eu, que


continuo a amar-te em surdina com essa inércia
sóbria das montanhas, ofereço-te palavras, e não
beijos, porque o poema é o único refúgio onde
podemos repetir o lume dos antigos encontros.


Mas agora pedes-me que pare, que fique por aqui,
que apenas escreva até ao fim mais esta página
(que, como as outras, será somente tua – esse


beijo que já não desejas dos meus lábios). E eu, que
aprendi tudo sobre as despedidas porque a saudade
nos faz adultos para sempre, sei que te perderei


em qualquer caso: se terminar o poema, partirás;
e, no entanto, se o interromper, desvanecer-se-á
a última coincidência que nos une.

sexta-feira, abril 15, 2011

O caminho da Vida


  
O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos.
A cobiça envenou a alma dos homens... levantou no mundo as muralhas do ódio... e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e morticínios.
 Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria.
Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco.
Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.


  
Charles Chaplin